Se você ainda acha que só ganha dinheiro na internet quem tem milhares de seguidores, já começou perdendo uma das maiores oportunidades do marketing atual. UGC, ou User Generated Content, é basicamente quando pessoas comuns criam conteúdos autênticos para marcas (vídeos, fotos, depoimentos) como se estivessem recomendando algo para um amigo.
É o novo marketing de boca a boca digital, só que escalável, mensurável e muito mais poderoso do que anúncios tradicionais.
As marcas perceberam que ninguém confia mais em propaganda “perfeita”.
O que vende hoje é gente real falando com gente real. Empresas querem histórias, rostos e narrativas humanas para crescer.
Por isso, estão pagando cada vez mais para criadores de UGC, mesmo que você não tenha seguidores.
Seu perfil não precisa ser famoso, precisa ser útil.
E isso muda tudo.
Muita gente confunde influenciador digital com criador de conteúdo UGC, e isso faz várias pessoas acharem que não têm espaço nesse mercado.
Mas são modelos completamente diferentes.
O influenciador ganha dinheiro vendendo a própria audiência. A marca paga pelo número de seguidores, alcance, curtidas e comentários.
Se o perfil não cresce, a renda também não.
Já o criador de UGC não vende seguidores, vende conteúdo.
A marca paga pelos vídeos, fotos e depoimentos para usar nos próprios anúncios, no site, nas redes sociais e nas páginas de vendas.
O foco está no produto e na mensagem, não no tamanho do seu perfil.
Por isso o UGC é perfeito para quem não quer virar influencer, tem vergonha de aparecer ou ainda não tem seguidores.
As marcas buscam pessoas reais, com linguagem simples e aparência natural. Se você sabe criar conteúdo que pareça uma recomendação sincera, você já tem exatamente o que elas querem comprar.
As pessoas simplesmente não acreditam mais em comerciais perfeitos, cheios de roteiro engessado e gente sorrindo sem motivo. Hoje, o que gera confiança é conteúdo que parece real, gravado no celular, com linguagem simples e sem cara de propaganda. UGC funciona porque parece uma indicação sincera, não um anúncio forçado. E quando o público confia, ele compra.
Para uma marca, faz muito mais sentido investir em vários criadores de UGC do que colocar todo o orçamento em uma celebridade. Com o mesmo valor, a empresa consegue dezenas de vídeos diferentes, testa abordagens, ângulos e mensagens, e ainda fala com públicos variados. Menos risco, mais escala e muito mais conteúdo para rodar.
Nos anúncios do TikTok e do Instagram, o que mais vende hoje são vídeos que parecem conteúdo comum do feed. Vídeos simples, diretos e humanos seguram a atenção e geram mais cliques e conversões. UGC não interrompe a experiência do usuário, ele se mistura com ela. E é exatamente por isso que as marcas estão investindo cada vez mais nesse formato.
Se você está começando, é importante ter expectativas realistas.
Muitos criadores UGC iniciantes cobram por peça de conteúdo, e os valores variam conforme a complexidade do vídeo, o tempo de gravação e a experiência de quem está criando.
No começo, dá para cobrar algo como R$ 150 a R$ 500 por um vídeo de 30 segundos. Isso é comum para quem ainda está construindo portfólio e trabalhando com pequenos negócios ou microempresas que estão testando UGC.
Conforme você entrega resultados, melhora sua qualidade de produção, tem bons cases e aprende a conversar com as marcas, dá para aumentar esses valores. Criadores intermediários muitas vezes cobram R$ 500 a R$ 1.500 por vídeo ou mais, dependendo do nicho.
Além disso, muitos clientes preferem contratar pacotes mensais de conteúdo. Em vez de pagar vídeo por vídeo, eles fecham contratos que garantem, por exemplo, 8 a 12 vídeos por mês, com valores que podem ir de R$ 2.000 a R$ 6.000 por mês ou mais. Essa é a forma que muita gente usa para ter previsibilidade de renda e escalar sem ter que negociar a cada novo post.
Lembre-se que esses números são apenas uma referência. Alguns criadores experientes conseguem muito mais, mas os valores acima já mostram que é possível ganhar dinheiro com UGC mesmo sem seguidores e começando do zero.
Entrar no UGC não tem mistério, mas precisa de ação. Aqui está o caminho mais simples e prático para sair do zero sem complicar.
Antes de sair gravando qualquer coisa, entenda os formatos que as marcas mais pedem.
Unboxing é quando você mostra o produto sendo aberto e comenta a primeira impressão.
Depoimento é você falando como se já usasse o produto, destacando benefícios reais.
Problema x Solução começa com uma dor comum do público e termina mostrando o produto como a resposta.
Esses três formatos já resolvem a maioria das demandas de UGC hoje.
Você não precisa esperar uma marca te contratar para começar. Pegue produtos que você já tem em casa, como cosméticos, suplementos, eletrônicos ou qualquer item do dia a dia, e grave pelo menos 3 vídeos de exemplo. O objetivo não é enganar ninguém, é mostrar como você grava, fala e entrega conteúdo.
Nada de complicar. Um media kit básico funciona muito bem. Use o Canva para criar um material com uma breve apresentação sua, os formatos que você cria e links ou prints dos seus vídeos de exemplo. Isso já é mais profissional do que 90 por cento das pessoas que estão começando.
Existem algumas formas práticas de fechar os primeiros trabalhos. Plataformas como Squash e Fiverr conectam criadores UGC com empresas que já estão buscando esse tipo de conteúdo.
Outra estratégia simples é a abordagem direta no Instagram. Vá até marcas que você já consome, envie uma mensagem objetiva, mostre seu portfólio e ofereça criar vídeos UGC para elas. Muitas respondem exatamente porque estão procurando isso e não sabem por onde começar.
Seguindo esses passos, você sai do zero com estrutura, clareza e muito mais chance de fechar seus primeiros pagamentos com UGC.
Uma das melhores partes do UGC é que você não precisa de estrutura profissional nem equipamentos caros para começar. Na prática, o básico bem feito já resolve.
Um celular com câmera razoável é mais do que suficiente. Se grava bem para Stories ou Reels, já dá conta do recado. As marcas querem naturalidade, não vídeo de estúdio.
A iluminação natural faz toda a diferença. Gravar perto de uma janela, de dia, já melhora a qualidade do vídeo em 80 por cento. Simples, gratuito e eficiente.
O cenário limpo e organizado ajuda o conteúdo a parecer mais profissional. Uma parede neutra, uma mesa arrumada ou um ambiente bem iluminado já passam credibilidade.
E talvez o mais importante: um roteiro que conecte com quem está assistindo. Não precisa decorar texto, mas saber o que falar, qual problema apresentar e como mostrar a solução é o que transforma um vídeo simples em um vídeo que vende. No UGC, conexão vale mais do que produção.
Se a gente juntar tudo, a resposta fica bem clara. O UGC virou uma das formas mais acessíveis de ganhar dinheiro na internet hoje. A barreira de entrada é baixa, não exige seguidores, não depende de fama e não pede grandes investimentos. Você precisa basicamente de um celular, boa comunicação e disposição para aprender.
Do outro lado, a demanda só cresce. As marcas precisam de conteúdo real, em volume e que converta em anúncios e vendas. E poucas pessoas sabem, de fato, criar esse tipo de vídeo do jeito certo.
Isso cria uma oportunidade enorme para quem quer começar agora, sair do zero e construir renda com algo que já faz parte do dia a dia: criar conteúdo. Se você estava esperando a oportunidade “perfeita” para entrar no mundo dos negócios online, o UGC é exatamente essa porta aberta.
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